Banner

Atividades

Abraço poético musical: a voz da resistência

Apresentação artística e cultural

Ministrante: Ronaldo Só Moutinho, Eliete Soares da Silva, Yasmin L. R. Chagas, Matheus L. Mendes Leal

Data: 09/11/2017

Número de vagas: 300

Início: 18:30

Término: 19:00

Local: Auditório Jorge Roberto de Farias - IFFluminense campus Campos Guarus

Banda IFFinitos

Apresentação artística e cultural

Ministrante: Filippe da Silva Rangel, Dayana Freitas dos Santos Dias, Fabiana Nunes Cabral Monteiro

Data: 09/11/2017

Número de vagas: 300

Início: 09:00

Término: 09:30

Banda IFFinitos composta pelos os alunos, Maxwell Amaral (Baixo), Alexandre Rocha (Guitarra), Filippe Rangel (Bateria), Karine SR (Vocal). Apresentarão musicas com a temática do combate ao preconceito.

Local: Auditório Jorge Roberto de Farias - IFFluminense campus Campos Guarus

Brincadeira de Boi Malhadinho com Boi Canário

Apresentação artística e cultural

Ministrante: Marta de Oliveira Chagas Medeiros

Data: 07/11/2017

Número de vagas: 300

Início: 14:00

Término: 14:40

Brincadeira executada por 10 percussionistas, 4 mascarados, 3 mulinhas e 1 boi malhadinho. Pode ser num único lugar ou em forma de cortejo. Ao som da percussão o boi diverte o público com suas investidas e recuadas enquanto as mulinhas o acompanham os mascarados são uma atração à parte. Muito popular, o boi malhadinho faz parte dos folguedos tradicionais da região norte fluminense.

Local: IFFluminense campus Campos Centro

Coletivo Cultural Fado de Quissamã

Apresentação artística e cultural

Ministrante: Marta de Oliveira Chagas Medeiros

Data: 07/11/2017

Número de vagas: 300

Início: 20:30

Término: 21:10

Local: Auditório Cristina Bastos - IFFluminense campus Campos Centro

Dança afro percussão

Apresentação artística e cultural

Ministrante: Emanuel Gabriel, Edison Silvério, Alberto da Silva Pacheco, Antônio Marcos, Sebastião Júnior, Luíz Carlos Silva, Alex Brasílio, Ana Carolini, Evelyn Oliveira, Leidiane Souza, Carla Rodrigues, Lays Valverde, Alessandra Miranda

Data: 09/11/2017

Número de vagas: 300

Início: 11:00

Término: 11:40

Local: Auditório Jorge Roberto de Farias - IFFluminense campus Campos Guarus

NEABI IFF – Quissamã: a dança da semana cultural poética

Apresentação artística e cultural

Ministrante: Daniele da C. S. Louzeiro, Yasmin L. R. Chagas, Mateus dos Santos Azevedo

Data: 09/11/2017

Número de vagas: 300

Início: 10:00

Término: 10:20

Local: Auditório Jorge Roberto de Farias - IFFluminense campus Campos Guarus

Performance Canto de Resistência

Apresentação artística e cultural

Ministrante: Aurine Carvalho Rocha, Josinelma Ferreira Rolande Bógea

Data: 08/11/2017

Número de vagas: 300

Início: 13:30

Término: 13:40

Local: IFFluminense campus Campos Guarus

Quem somos nós?

Apresentação artística e cultural

Ministrante: Arnaldo Cunha de Aguiar Junior, José Dimas Araújo Menezes Junior

Data: 08/11/2017

Número de vagas: 300

Início: 18:00

Término: 18:25

Horário: 18 horas às 18 horas e 30 minutos

Local: Auditório Jorge Roberto de Farias - IFFluminense campus Campos Guarus

SAMBA GOITACÁ: Tradições e história da comunidade do Morrinho

Apresentação artística e cultural

Ministrante: Gabriela Candido, Giovane do Nascimento, Silvio Feydith, Renato Arpoador

Data: 08/11/2017

Número de vagas: 300

Início: 20:30

Término: 22:00

Horário: 20 horas e 30 minutos às 22 horas

Local: Auditório Jorge Roberto de Farias - IFFluminense campus Campos Guarus

Show Banda do Campus Paracambi

Apresentação artística e cultural

Ministrante: Rudi Garrido, Vitória Morena, Alexandra Higino, Anderson Silva, Lorran Medina, Wanderson Oliveira, Bianca Vaz, Jhonatas Lins e Gabriel dos Santos

Data: 08/11/2017

Número de vagas: 300

Início: 10:00

Término: 10:30

Horário: 10 horas às 10 horas e 30 minutos

Local: Auditório Jorge Roberto de Farias - IFFluminense campus Campos Guarus

Assembleia dos coordenadores de NEABI

Assembleia

Data: 09/11/2017

Número de vagas: 300

Início: 14:00

Término: 18:00

Horário: 14 horas às 18 horas

Local: Auditório Jorge Roberto de Farias (Bloco D) do campus Campos Guarus

Encontro dos Movimentos Sociais

Assembleia

Data: 08/11/2017

Número de vagas: 300

Início: 08:00

Término: 18:00

Dia: 08 de novembro de 2017

Horário: 08 horas às 12 horas e 14 horas às 18 horas

Local: IFFluminense campus Campos Guarus

Sessão de apresentação de pôsteres

Comunicação oral

Data: 08/11/2017

Número de vagas: 300

Início: 14:00

Término: 18:00

Sessão de Pôster das 14 horas às 16 horas
Local: Hall de entrada do Bloco A - IFFluminense campus Campos Guarus

  1. Uma leitura dos elementos geográficos da imagem com enfoque na mulher negra
  2. I Encontro sobre Diversidade Étnico-Racial do IFAM – experiências 
  3. A questão racial no currículo base na Educação Infantil e Ensino Fundamental.
  4. Análise dos territórios de comunidades quilombolas da cidade de Itapecuru-Mirim atingidos pela duplicação da Estrada de Ferro Carajás e destacar os impactos socioambientais e a eficácia do programa de compensação ambiental relatados por membros dessas comunidades.
  5. “Quem Somos Nós?”, Performance Teatral, estudo e pesquisa sobre relações étnico-raciais na escola: Uma experiência no Campus São Luís Maracanã.
  6. Perseguição e Resistência as Brincadeiras de Bumba-boi em São Luís-MA (1880- 1920)
  7. Juventude e Construção de etnicidades: análise de discursos
  8. Professora-artista e as diversidades étnico-raciais: desafios na formação 
  9. Poéticas da Etnomusicalidade Afro-brasileira: análises a partir dos "Os Afro-sambas", de Vinícius de Moraes e Baden Powell
  10. ENCRUZILHAMENTOS DE MIM: performances, ser negro e a docência-artista.

Sessão de Pôster das 16 horas às 18 horas
Local: Hall de entrada do Bloco A - IFFluminense campus Campos Guarus

  1. O Ensino do Teatro, as Performances afro-Brasileiras e a formação de Identidade 
  2. Colorismo na sociedade brasileira contemporânea
  3. Quem são os/as negros/as deste campus?
  4. CONSTRUINDO IDENTIDADES: Um estudo sobre a relação entre o perfil étnico-racial, classe e gênero nas trajetórias de vida dos discente do IFMA Campus Santa Inês
  5. O resgate da identidade afrobrasileira: breve análise da letra de música “Identidade” de Jorge Aragão e do poema “Sou negro” de Solano Trindade
  6. Jogos Afro Brasileiro e Africanos Uma Possibilidade de Intervenção no Ensino do Atletismo nas Aulas de Educação Física do IFMA Maracanã.
  7. Afro dança: a disseminação da cultura Africana e de suas Identidades através de variados ritmos no Ifma Campus-Maracanã.
  8. Familiares de vítimas de violência e maternidade negra em Campos dos Goytacazes
  9. NEABI do IFFluminense Campus Santo Antônio de Pádua
  10. NEABI-IFRJ, uma experiência de interculturalidade

Sessões de Comunicação Oral

Comunicação oral

Data: 08/11/2017

Número de vagas: 300

Início: 14:00

Término: 18:00

Sessão de Comunicação Oral ARTE CULTURA E IDENTIDADE
Local: Bloco F - IFFluminense campus Campos Guarus

Sessão de Comunicação Oral COMUNIDADE, IDENTIDADE E RECONHECIMENTO
Local: Bloco F - IFFluminense campus Campos Guarus

Sessão de Comunicação Oral ESCRAVIDÃO, VIOLÊNCIA E DESIGUALDADE
Local: Bloco F - IFFluminense campus Campos Guarus

Sessão de Comunicação Oral IDENTIDADE, RACISMO E RESISTÊNCIA
Local: Bloco F - IFFluminense campus Campos Guarus

Sessão de Comunicação Oral QUESTÕES INDÍGENAS
Local: Bloco F - IFFluminense campus Campos Guarus

Sessão de Comunicação Oral RELIGIOSIDADE AFRO-BRASILEIRA, INTOLERANCIA E RESISTÊNCIA
Local: Bloco F - IFFluminense campus Campos Guarus

Sessão de Comunicação Oral AÇÃO AFIRMATIVA E COMBATE ÁS DESIGUALDADES ETNICO-RACIAIS
Local: Bloco F - IFFluminense campus Campos Guarus

Sessão de Comunicação Oral EDUCAÇÃO E QUESTÃO ÉTNICO-RACIAL
Local: Bloco F - IFFluminense campus Campos Guarus

Sessão de Comunicações Livres
Local: Bloco F - IFFluminense campus Campos Guarus

Abertura Oficial

Mesa redonda

Data: 07/11/2017

Número de vagas: 300

Início: 15:00

Término: 16:00

Local: Auditório Cristina Bastos - IFFluminense campus Campos Centro

Educação para as relações étnico-raciais e o estado da arte dos NEABI na Rede Federal de Ensino

Mesa redonda

Data: 07/11/2017

Número de vagas: 300

Início: 16:00

Término: 18:00

Franclin Nascimento (SETEC/MEC)
Izanete Marques Souza (IF BAIANO)
Otair Fernandes (UFRRJ)

Local: Auditório Cristina Bastos - IFFluminense campus Campos Centro

O Estatuto da Igualdade Racial: debates e práticas

Mesa redonda

Data: 08/11/2017

Número de vagas: 300

Início: 18:30

Término: 20:30

Humberto Adami (OAB RJ)
Luciane Silva (UENF)
Edilson Vitorelli (Procuradoria da República no Município de Campinas – SP)

Local: Auditório Jorge Roberto de Farias - IFFluminense campus Campos Guarus

Painel: Experiências em educação Indígena

Mesa redonda

Data: 08/11/2017

Número de vagas: 300

Início: 10:30

Término: 12:00

Antônio Venâncio Castelo Branco (IFAM)
João Batista Botelho (IFMA)

Local: Auditório Jorge Roberto de Farias - IFFluminense campus Campos Guarus

Violências sofridas pelas populações indígenas e negras: uma questão de vida e de morte

Mesa redonda

Data: 07/11/2017

Número de vagas: 300

Início: 18:30

Término: 20:30

Nágila Oliveira dos Santos (Colégio Estadual Visconde de Quissamã)
Marise de Oliveira Pinto (Rede municipal de Ensino de Duque de Caxias – RJ)
Maria Raimunda Penha Soares (UFF - Instituto de Humanidades e Saúde, campus Rio das Ostras)

Local: Auditório Cristina Bastos - IFFluminense campus Campos Centro

A formação do campesinato negro e as implicações conceituais do rótulo quilombola na Antropologia

Minicurso

Ministrante: Yuri Pinto Ferreira

Data: 08/11/2017

Número de vagas: 10

Início: 08:00

Término: 10:00

Ementa:

O presente minicurso visa, no primeiro dia, lançar luz sobre a historicidade da formação do campesinato negro baseado em dois autores, Mintz (2003) e Gomes (2015). No segundo dia a proposta é explicitar as implicações de dois modelos conceituais para a compreensão dos dilemas em torno do rótulo quilombola presente no Artigo 68 da Constituição Federal a partir da Antropologia, para tanto serão trabalhados outros dois autores, Arruti (2008) e Cardoso de Oliveira (2011).

Inicia-se com a perspectiva histórica de Mintz (2003) sobre a formação de uma economia de base camponesa mantida essencialmente por escravos e fugitivos. O modo de produção escravista revela algumas contradições quando se observa o aspecto relacionado à alimentação, um dos principais custos para manter um escravo. Seja pela obrigação ou pela autorização eles iniciaram a cultura de vários gêneros alimentícios obtendo a dispensa do trabalho durante um dia e a metade do outro, o cultivo inicialmente destinado à subsistência ultrapassou o necessário e passou a ser vendido pelos escravos ao restante da população livre. Instaurando-se uma “brecha radical” no modo de produção escravista. Os dados historiográficos endossados por Gomes (2015) apontam que os quilombos e mocambos eram formados, sobretudo, por escravos que planejavam suas fugas. A comunicação entre os quilombos e escravizados, e a mobilidade, foram características fundamentais que asseguraram o crescimento e reprodução destas comunidades. A representação de que os quilombos se constituiriam como locais isolados do restante da sociedade, assim, propiciando sua reprodução não se sustenta de acordo com os dados historiográficos. As comunidades de fugitivos foram capazes de se reproduzir em vários lugares justamente pela competência de se articularem com as lógicas econômicas de cada região.

No segundo dia a proposta é explicitar o “modelo descritivo das etnogêneses” proposta por Arruti (2008) que compreende a autoatribuição étnica como local e resultante de interações entre os grupos, e, é vista de uma perspectiva distinta da autoatribuição do “rótulo quilombola”, está última está baseada em um código do Direito, o que leva a existência de uma duplicidade no registro classificatório. Deve-se ter em mente que as próprias auto definições são variadas, bem como as situações de cada grupo, nas quais, o antropólogo deve investigar etnograficamente as circunstâncias que determinado grupo acatou uma categoria.

No que tange às proposições de Cardoso de Oliveira (2011) o objetivo é analisar a dimensão moral do reconhecimento étnico, uma vez que o autorreconhecimento pode ser referenciado com relação ao passado de agressões intencionais e, por conseguinte, de ofensas morais que os indivíduos e seus descendentes tenham sido submetidos por outros.

Dia: 08 de novembro de 2017 no FFluminense campus Campos Guarus - Bloco F - Sala 101

Horário: 08 horas às 10 horas

A formação do campesinato negro e as implicações conceituais do rótulo quilombola na Antropologia

Minicurso

Ministrante: Yuri Pinto Ferreira

Data: 07/11/2017

Número de vagas: 10

Início: 08:00

Término: 10:00

Ementa:

O presente minicurso visa, no primeiro dia, lançar luz sobre a historicidade da formação do campesinato negro baseado em dois autores, Mintz (2003) e Gomes (2015). No segundo dia a proposta é explicitar as implicações de dois modelos conceituais para a compreensão dos dilemas em torno do rótulo quilombola presente no Artigo 68 da Constituição Federal a partir da Antropologia, para tanto serão trabalhados outros dois autores, Arruti (2008) e Cardoso de Oliveira (2011).

Inicia-se com a perspectiva histórica de Mintz (2003) sobre a formação de uma economia de base camponesa mantida essencialmente por escravos e fugitivos. O modo de produção escravista revela algumas contradições quando se observa o aspecto relacionado à alimentação, um dos principais custos para manter um escravo. Seja pela obrigação ou pela autorização eles iniciaram a cultura de vários gêneros alimentícios obtendo a dispensa do trabalho durante um dia e a metade do outro, o cultivo inicialmente destinado à subsistência ultrapassou o necessário e passou a ser vendido pelos escravos ao restante da população livre. Instaurando-se uma “brecha radical” no modo de produção escravista. Os dados historiográficos endossados por Gomes (2015) apontam que os quilombos e mocambos eram formados, sobretudo, por escravos que planejavam suas fugas. A comunicação entre os quilombos e escravizados, e a mobilidade, foram características fundamentais que asseguraram o crescimento e reprodução destas comunidades. A representação de que os quilombos se constituiriam como locais isolados do restante da sociedade, assim, propiciando sua reprodução não se sustenta de acordo com os dados historiográficos. As comunidades de fugitivos foram capazes de se reproduzir em vários lugares justamente pela competência de se articularem com as lógicas econômicas de cada região.

No segundo dia a proposta é explicitar o “modelo descritivo das etnogêneses” proposta por Arruti (2008) que compreende a autoatribuição étnica como local e resultante de interações entre os grupos, e, é vista de uma perspectiva distinta da autoatribuição do “rótulo quilombola”, está última está baseada em um código do Direito, o que leva a existência de uma duplicidade no registro classificatório. Deve-se ter em mente que as próprias auto definições são variadas, bem como as situações de cada grupo, nas quais, o antropólogo deve investigar etnograficamente as circunstâncias que determinado grupo acatou uma categoria.

No que tange às proposições de Cardoso de Oliveira (2011) o objetivo é analisar a dimensão moral do reconhecimento étnico, uma vez que o autorreconhecimento pode ser referenciado com relação ao passado de agressões intencionais e, por conseguinte, de ofensas morais que os indivíduos e seus descendentes tenham sido submetidos por outros.

Dia: 07 de novembro de 2017 no IFFluminense campus Campos Centro - Bloco A - Sala 105

Horário: 08 horas às 10 horas

Artes Visuais Indígenas no Brasil – uma breve introdução

Minicurso

Ministrante: Vera Lucia Pletitsch

Data: 07/11/2017

Número de vagas: 30

Início: 08:00

Término: 10:00

Ementa:

Por meio de apresentação oral e de imagens serão discutidas questões de etnoarte através das diferentes produções plásticas tradicionais e contemporâneas dos povos indígenas no Brasil, inclusive dos que habitaram a região de Campos dos Goytacazes, compreendendo que constituem um sistema de pensamento sintetizado e expresso nos objetos e nos corpos englobando identidade, memória, comunicação, representação e significação.

Dia: 07 de novembro de 2017 no IFFluminense campus Campos Centro - Bloco A - Sala 117

Dia: 08 de novembro de 2017 no IFFluminense campus Campos Guarus - Bloco F - Sala 102

Horário: 08 horas às 10 horas

Fado de Quissamã: modos de festejar em tempos de resistência

Minicurso

Ministrante: Marta de Oliveira Chagas Medeiros

Data: 07/11/2017

Número de vagas: 20

Início: 08:00

Término: 10:00

Ementa:

Apresentar o Fado de Quissamã e com este manifesto da arte popular provocar uma reflexão sobre as redes de sociabilidade e a relação dos indivíduos com o território e as representações culturais no âmbito da memória e da oralidade.

Dia: 07 de novembro de 2017

Horário: 08 horas às 10 horas

Local: IFFluminense campus Campos Centro - Bloco A -  Sala 108

G.R.B.S. OS PSICODÉLICOS: identidade e memória da Velha Guarda

Minicurso

Ministrante: Gabriela Candido

Data: 07/11/2017

Número de vagas: 40

Início: 08:00

Término: 10:00

Ementa:

O minicurso pretende suscitar à necessidade de se pensar a história viva de um determinado bloco, em uma específica cidade do interior do estado do Rio de Janeiro com a finalidade, não meramente de resgate memorialístico e cultural de uma parte substancial da cultura popular que está inserida em um todo, como também na possibilidade de dialogar com pessoas que falam do seu lugar de pertencimento de forma apaixonada e com encantamento cotidiano nos olhos quando a conversa é direcionada para o bloco de samba e carnaval. Ao tratarmos do tema da identidade aferimos que os grupos sociais são os portadores dessa construção que ora resiste, ora se ressignifica, em um jogo de tradição x renovação que muito se vem discutindo nas ciências sociais, além dos incontáveis conflitos culturais que vem modelando nossa arquitetura social. Além de se pensar que o sentimento de pertencimento é gerado, em grande escala, a partir da relação dos indivíduos com o espaço cultural. Em outras palavras, os indivíduos tendem a se agrupar a partir dos sentidos que dão a um determinado símbolo. Assim nasce a ideia de pertencimento (HALL, 2005).

Dia: 07 de novembro de 2017

Horário: 08 horas às 10 horas

Local: IFFluminense campus Campos Centro - Bloco A - Sala 114

A prática da Educação Física como forma de revitalizar as Tradições Indígenas

Oficina

Ministrante: Ayrton Santos da Silva, Fabricio Jhoseff Diniz Costa, Maria Eduarda Santos Silva, Alicy Beatriz Teixeira, Patricia Raquel Lobato Durans Cardoso, Diely Caroline de Almada

Data: 08/11/2017

Número de vagas: 40

Início: 08:00

Término: 10:00

Ementa:

A proposta desta oficina é apresentar os jogos indígenas como instrumento de interação e reconhecimento das tradições indígenas pelos “não índios” e valorizar a cultura e os rituais das comunidades indígenas, tratando os seguintes pontos: Importância e Filosofia dos Esportes Indígenas; Modalidades esportivas indígenas (demonstração e prática): Corrida, Arco e Flexa, Arremesso de Lança, Cabo de Força; Competição entre as equipes; Encerramento e Premiação.

Dia: 08 de novembro de 2017

Horário: 08 horas às 10 horas

Local: IFFluminense campus Campos Guarus - Bloco F - Pilotis

Capoeira: Possibilidades de ensino e aprendizagem na Educação Física Escolar

Oficina

Ministrante: Rafael de Souza Willemen, Jocimaira dos Santos Salvador, João Vitor Fernandes Jorge, João Victor de Souza Araújo, Victor Pereira da Silva, Charles Gomes Souza, Emerson Saint’Clair

Data: 07/11/2017

Número de vagas: 30

Início: 08:00

Término: 10:00

Ementa:

Origem, etimologia e conceito da capoeira. Fundamentos ritualísticos, musicais e formas de jogo. Elementos culturais da capoeira. Noções básicas de regras. Experiências de ensino e aprendizagem da capoeira na educação física escolar.

Dia: 07 de novembro de 2017

Horário: 08 horas às 10 horas

Local: IFFluminense campus Campos Centro - Bloco A - Sala 102

História e Confecção das Bonecas Abayomi

Oficina

Ministrante: Cássia de Almeida Barreto

Data: 08/11/2017

Número de vagas: 20

Início: 08:00

Término: 09:00

Ementa:

A oficina tem como finalidade, contar a história e a origem da boneca Abayomi (Encontro Preciso, em Iorubá) e ensinar sua confecção. Uma história que vem dos tempos dos navios negreiros, e que foi resgatada por Waldilena Martins (Lena Martins), educadora popular brasileira e militante do Movimento de Mulheres, que no final dos anos 1980, foi pioneira na confecção das bonecas no Brasil. A proposta da oficina apresentada aqui, tem o objetivo é contribuir para o fortalecimento da autoestima da população afrodescendente e lutar contra o racismo, por meio da divulgação de um importante elemento cultural e de resistência da mulher negra, produzido no contexto da Diáspora Africana. Na oficina, abordarei a história da boneca Abayomi e logo em seguida, ensinarei a técnica para produzir as bonecas. Essa boneca é elaborada com retalhos de panos superpostos e nós.

Atenção: Para realizar esta oficina o participante deverá levar os seguintes materiais individuais: tesoura média, malha na cor preta, retalhos de tecidos estampados, com estampas que remetam a temas africanos ou tecidos lisos, nos tons: amarelo, laranja, azul turquesa, verde claro, entre outras cores.

Dia: 08 de novembro de 2017

Horário: 08 horas às 09 horas

Local: IFFluminense campus Campos Guarus - Bloco F - Sala 201

IFMACRIOULA

Oficina

Ministrante: Herliton Rodrigues Nunes, Ana Maria Ramos Fonsêca, Paulo Ricardo Viegas, Heric Matheus Diniz Santos

Data: 08/11/2017

Número de vagas: 30

Início: 08:00

Término: 09:00

Ementa:

Histórico do tambor de crioula; tambor de crioula como construção identitária; cultura popular e relações étnico-racial.

Dia: 08 de novembro de 2017

Horário: 08 horas às 09 horas

Local: IFFluminense campus Campos Guarus - Bloco F - Sala 106

Pensando sobre a representação do negro na sociedade brasileira: desenvolvendo a criticidade na educação básica

Oficina

Ministrante: Ives da Silva Duque Pereira, Isa Ribeiro Pessanha

Data: 08/11/2017

Número de vagas: 12

Início: 08:00

Término: 10:00

Ementa:

A oficina constitui em uma proposta metodológica de ensino multidisciplinar que possibilite a discussão das representações do negro na sociedade brasileira e assim, por consequência, a construção de estereótipos, exclusão/inclusão social e/ou racismo. Tendo como mote as artes visuais e, ponto de partida as obras do artista Jean Baptist Debret em que este retrata o negro oitocentista, pretende-se o desenvolvimento da criticidade a partir de uma abordagem que permita a apreciação, inferência, percepção e leitura estética para que se pense sobre a representação do negro, em diferentes contextos, provocando como produto final uma releitura das obras do artista, por um olhar contemporâneo, em colagem. A multidisciplinaridade da proposta se apresentará com um relato de experiência de sua utilização dentro da disciplina geografia ao tratar da representação comercial do negro em revistas cosméticas.

Dia: 08 de novembro de 2017

Horário: 08 horas às 10 horas

Local: IFFluminense campus Campos Guarus - Bloco F - Sala 104

Relatos de Experiência

Relato de experiência

Data: 09/11/2017

Número de vagas: 300

Início: 14:00

Término: 18:00

Sessão 1
Local: Sala 104 / Bloco F - IFFluminense campus Campos Guarus

Sessão 2
Local: Sala 109 / Bloco F -  IFFluminense campus Campos Guarus

Sessão 3
Local: Sala 204 / Bloco F -  IFFluminense campus Campos Guarus